Phishing direcionado
Campanhas de e-mail simulando cenários realistas, medindo cliques, envio de credenciais e taxa de reporte pelos colaboradores.
Simulações controladas de phishing, vishing e engenharia social física para medir o quanto pessoas e processos resistem a tentativas de manipulação, geralmente combinadas com programas de conscientização.

Firewalls, MFA e controles de acesso não impedem um colaborador de clicar em um link malicioso, informar uma senha por telefone ou destravar uma porta para alguém com um pretexto convincente. A avaliação simula esses vetores — e-mail, telefone e presença física — sob autorização formal, medindo comportamento real em vez de apenas percepção declarada em treinamentos.
Antes ou depois de programas de conscientização
Setores com alta exposição a fraude
Áreas com acesso físico sensível
Validação de processos de help desk e recepção
O escopo e os pretextos usados são definidos e aprovados formalmente antes da execução.
Campanhas de e-mail simulando cenários realistas, medindo cliques, envio de credenciais e taxa de reporte pelos colaboradores.
Ligações com pretexto controlado testando se help desk, recepção ou outras funções liberam informações ou redefinem acessos indevidamente.
Tentativas de acesso a instalações por tailgating, pretexto presencial ou dispositivos deixados propositalmente, avaliando controles físicos e vigilância.
Indicadores agregados de exposição comportamental que alimentam programas de treinamento e campanhas futuras.
Do alinhamento técnico à entrega, o trabalho precisa deixar contexto, evidência e próximos passos visíveis para todos os envolvidos.


A execução segue regras definidas com a empresa para evitar dano, constrangimento desnecessário ou risco à operação.
Escolhemos cenários realistas e o escopo de colaboradores, áreas ou funções que serão avaliados.
Formalizamos limites, responsáveis internos e um contato para interromper a simulação se necessário.
Conduzimos as tentativas de phishing, vishing ou acesso físico dentro dos limites acordados.
Apresentamos métricas agregadas e sugestões de reforço para processos e treinamentos, sem expor indivíduos de forma punitiva.

A entrega prioriza o que a empresa pode ajustar em processos, controles e treinamento.
Métricas objetivas sobre como pessoas e processos respondem a tentativas de manipulação.
Pontos de reforço em recepção, portaria, help desk e processos de verificação de identidade.
Cenários reais usados para tornar campanhas de conscientização mais relevantes.
Se a sua dúvida não estiver aqui, fale diretamente com a equipe.
Perguntar pelo WhatsAppQuando conduzido com autorização formal, envolvimento do RH e foco em treinamento — não em punição individual —, a simulação é uma prática reconhecida para medir e melhorar a resposta humana a ataques reais.
O objetivo não é identificar culpados. Os resultados costumam ser reportados de forma agregada, usados para direcionar treinamentos, salvo quando a empresa solicita explicitamente um acompanhamento individual.
Por isso formalizamos previamente limites, responsáveis internos e um contato de emergência, incluindo uma carta de autorização que pode ser apresentada caso a equipe seja abordada durante a simulação.
Não. A simulação normalmente é contratada em conjunto com programas de conscientização, servindo como medição inicial, reforço ou validação de resultado ao longo do tempo.
Informe os vetores de interesse (phishing, vishing, físico), o público-alvo e se já existe um programa de conscientização em andamento.
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